21h45 – Primeiro programa da noite pra nós
Marido: Como eu chego no Castelo?
Senhor português: Se ponha na linha do elétrico.
Marido: Eu quero ir a pé, como faço?
Senhor português, enfático: Se ponha na linha do elétrico.
Marido, em sua última tentativa: Eu não quero pegar o elétrico, quero ir a pé.
Senhor português, impaciente: Pois, esse é o caminho a pé, se ponha na linha do elétrico. Adiante terá uma estátua, você vira a direita.
“se ponha” = siga o caminho
23h45 – Primeiro programa da noite para eles
Paula, após bater à porta de vários restaurantes e encontrar um que ainda servia jantar: Um casal de amigos chegará nos próximos minutos, daí eles fazem o pedido, ok?
Garçom, muito prestativo: Desculpe, mas vamos encerrar a cozinha. Nós serviremos vocês, mas eles não.
2h – O encontro
Kelli: Minha caipirinha acabou... moço...
Marido: Vamos achar outro bar, a Paula está impaciente para ir embora...
Kelli: Mas aqui está tão legal, ir embora por quê?
Marido: Porque aqui é um bar gay.
Kelli: É GAY???????
3h – Numa rua muito movimentada
Kelli: Hummm... que cheiro de pão fresco!
Savio: É mesmo!
Kelli: Olha, vem dali o cheiro. Tem uma fila! Vamos pegar também.
Marido: A gente não faz idéia do que distribuem ali... Não dá para enxergar o que há nos sacos de papel entregues às pessoas.
Kelli: Se for drogas a gente não pega...
Mulher a nossa frente: Vou levar bombas, mas queria mesmo é um cacetinho.
(Pausa para muitas risadas)
Atendente português simpático: Boa noite, o que desejam?
Marido: Eu não faço idéia do que você tem aí... mas queremos cinco.
Atendente português indgnado: Como não? Temos sonho, pastel de natas, bolo de arroz, croassant de presunto e queijo, de chocolate...
(cada um escolhe o seu)
Atendente português vingativo, antes de nos entregar os doces: Pra vocês [brasileiros], isso é sonho, mas aqui chama-se Bola de Berlim com creme, percebes?
4h30 – Projeto ver o sol nascer
Português aparentemente simpático: Estão a pescar?
Todos: Não...
(alguns minutos depois ele volta com umas seis varas de pesca)
Paula: Você escolheu um lugar bom, estamos ouvindo vários peixes pularem aqui em frente.
Português com ar de sabe-tudo: Ah, esses não prestam. São oferecidos demais.
Kelli: Moço, que horas o sol nasce?
Português aparentemente simpático: Umas seis e meia, creio.
Sávio: Hummm... vou ver o sol nascer lá de casa.
Kelli, cochichando: É mentira... eu li que é umas cinco e pouco.
Paula: Ele queria que fóssemos embora pra não assustar os peixes.
- Táxi!!!
Lá se vão dois. Restam três que voltam para casa a pé. Deixam o nascer do sol a beira do rio para outro dia, de preferência sem pescadores por perto... vai ser melhor.
5h25 – Chegada em casa
Kelli: Caramba, a noite foi muito boa. Adorei!
Marido: Com certeza eles também.
5h30 – Adormecimento em tempo recorde
09 junho, 2008
20 maio, 2008
Cirque du Soleil
Semana passada fomos ao Cirque du Soleil. O espetáculo que apresentam aqui chama-se Quidam. Comparado com Saltimbancos, que vi no Brasil em 2006, achei a história um tanto triste e com menos colorido. Mas que fique claro que isso não compromete em nada o show de disciplina, superação e equilíbrio que dão a cada movimento.
No dia, eu estava particularmente indisposta e sem muita vontade de sair de casa devido a um resfriado, meu corpo inteiro doía. A temperatura também não estava lá muito convidativa, 16 graus, fora o vento.
Bem... os ingressos já estavam comprados então lá fomos nós. De cara, a mesma lona azul e amarela, os sorrisos contagiantes nos rostos dos que prestavam serviço, então o show começou logo com três menininhas, com no máximo seis anos a mais velha, dando um show de malabaris. No meio, a menor errou e, quando todos pensavam que elas passariam para o próximo número, repetiram e ela acertou. Foi tão emocionante. Meus olhos se encheram dágua.
Depois disso, nem me lembrava mais da gripe e comecei a comparar as estruturas brasileira e portuguesa.
No Brasil, me lembro que comprei os ingressos em Maio para assistir em Outubro. À época, Marido e eu tínhamos carteirinha de estudante e pagamos algo em torno de trezentos reais para ficar na terceira opção lugar, indo do mega vip ao com visão comprometida. Este ano, cogitamos assistir Alegria, mas desistimos quando vimos que duas poltronas no mesmo lugar ficaria perto dos quinhentos reais.
Aqui, o ingresso mais barato custa 25 euros, ao passo que no Brasil custa 130 reais. Nós compramos os nossos numa segunda-feira para ver o espetáculo na quarta seguinte, pagamos cento e poucos euros no valor inteiro das entradas e ficamos num lugar melhor que no Brasil.
É chover no molhado e dizer o que todos sempre dizem, mas ao fim do show só pude concluir que o acesso à cultura, no Brasil, ainda é bem restrito.
No dia, eu estava particularmente indisposta e sem muita vontade de sair de casa devido a um resfriado, meu corpo inteiro doía. A temperatura também não estava lá muito convidativa, 16 graus, fora o vento.
Bem... os ingressos já estavam comprados então lá fomos nós. De cara, a mesma lona azul e amarela, os sorrisos contagiantes nos rostos dos que prestavam serviço, então o show começou logo com três menininhas, com no máximo seis anos a mais velha, dando um show de malabaris. No meio, a menor errou e, quando todos pensavam que elas passariam para o próximo número, repetiram e ela acertou. Foi tão emocionante. Meus olhos se encheram dágua.
Depois disso, nem me lembrava mais da gripe e comecei a comparar as estruturas brasileira e portuguesa.
No Brasil, me lembro que comprei os ingressos em Maio para assistir em Outubro. À época, Marido e eu tínhamos carteirinha de estudante e pagamos algo em torno de trezentos reais para ficar na terceira opção lugar, indo do mega vip ao com visão comprometida. Este ano, cogitamos assistir Alegria, mas desistimos quando vimos que duas poltronas no mesmo lugar ficaria perto dos quinhentos reais.
Aqui, o ingresso mais barato custa 25 euros, ao passo que no Brasil custa 130 reais. Nós compramos os nossos numa segunda-feira para ver o espetáculo na quarta seguinte, pagamos cento e poucos euros no valor inteiro das entradas e ficamos num lugar melhor que no Brasil.
É chover no molhado e dizer o que todos sempre dizem, mas ao fim do show só pude concluir que o acesso à cultura, no Brasil, ainda é bem restrito.
19 maio, 2008
Frase
"Eu me recuso absolutamente a ser de esquerda ou de direita. Eu sou um sujeito que defende ferrozmente a sua solidão. Cheguei a essa atitude diante de duas coisas, lendo dois volumes sobre a guerra civil na história. Verifiquei então o óbvio ululante: de parte a parte todos eram canalhas. Rigorosamente todos. Eu não quero ser nem canalha da esquerda nem canalha da direita."
Nelson Rodrigues, em Clarice Lispector - Entrevistas.
Nelson Rodrigues, em Clarice Lispector - Entrevistas.
16 maio, 2008
Chineses amigos
Desde que fui ao Canadá, passei a acreditar que os chineses vão dominar o mundo. Eu acredito mesmo.
Eles estão em todos os lugares e, sempre, com algum tipo de comércio. Eles também têm a capacidade de criar uma comunidade paralela, independente de onde estejam e, por isso, não se esforçam para se adaptarem aos costumes locais, sequer aprender a língua local.
Vão dizer que ninguém aqui nunca se assustou ao entrar numa loja de produtos "made in China" e deparar com dois ou mais chineses falando entre si numa língua totalmente estranha num tom que parece que estão dizendo: "está vendo essa garota de azul? Se ela pedir desconto, prenda-a no porão com os ratos e jogue a chave fora".
M-E-D-O ! ! ! !
Bem... mas eu devo confessar uma coisa: se eles realmente dominarem o mundo, eu ajudei.
Poxa, sempre tem uma loja de quinquilharias chinesas quando não sabemos mais onde procurar por cabides que não custem 5 euros cada, um simples adaptador de tomadas (os populares "T" ou Benjamim) ou um porta-retrato provisório para enfeitar o quarto do hotel.
Comprei mesmo. E o farei mais vezes, admito. Tomando sempre o cuidado de não ir até o fundão da loja - onde deve estar o porão.
Eles estão em todos os lugares e, sempre, com algum tipo de comércio. Eles também têm a capacidade de criar uma comunidade paralela, independente de onde estejam e, por isso, não se esforçam para se adaptarem aos costumes locais, sequer aprender a língua local.
Vão dizer que ninguém aqui nunca se assustou ao entrar numa loja de produtos "made in China" e deparar com dois ou mais chineses falando entre si numa língua totalmente estranha num tom que parece que estão dizendo: "está vendo essa garota de azul? Se ela pedir desconto, prenda-a no porão com os ratos e jogue a chave fora".
M-E-D-O ! ! ! !
Bem... mas eu devo confessar uma coisa: se eles realmente dominarem o mundo, eu ajudei.
Poxa, sempre tem uma loja de quinquilharias chinesas quando não sabemos mais onde procurar por cabides que não custem 5 euros cada, um simples adaptador de tomadas (os populares "T" ou Benjamim) ou um porta-retrato provisório para enfeitar o quarto do hotel.
Comprei mesmo. E o farei mais vezes, admito. Tomando sempre o cuidado de não ir até o fundão da loja - onde deve estar o porão.
09 maio, 2008
48 horas
Mudar é legal. Muito. Claro que tem o lance da saudade – que doi pra caramba -, do fuso – que nos deixa cansados durante o dia e pilhados à noite -, do tempo de adaptação e coisas assim, mas no geral é muito bom, principalmente pela quantidade de novas experiências que vivemos a todo momento.
Chegamos a Lisboa há menos de uma semana e já temos uma lista considerável de coisas diferentes que Marido e eu passamos:
Ainda no aeroporto, pegamos vôo com uma excursão de católicos e, na hora de passar pela Imigração, tivemos a sorte de entrar na mesma fila que o padre do grupo. Passamos literalmente batidos, o guarda nem olhou para as nossas fotos do passaporte.
De lá até o hotel, fomos de Mercedez. É o táxi padrão daqui.
Logo nas primeiras horas, já começaram os contrastes. É impossível nao comparar.
“Olha, o Mc Donalds daqui serve sopa!” – assim como todos os lugares que servem comida aqui. Estou feita. Eu amo sopa.
O Neston chama-se Nestun, o danone Corpus é Corpos, o pote de Nutela é gigante, os programas de tevê são hilários, as opções de doces são infindáveis, vinho é muito barato, há muitas frutas frescas, botecos com mesas pelas calçadas e muitos brasileiros. Muitos.
No primeiro passeio que fizemos ao centro da cidade, nos ofereceram haxixe e coca no meio da rua. Fiquei impressionada. Foi a primeira vez que me ofereceram drogas. Nem na Terra do Gelo que a maconha é liberada, isso aconteceu...
Apesar da cidade ser “grande”, a capital do país, me sinto como se estivesse numa cidade do interior, com ruas arborizadas, estreitas, sem muitos prédios altos, tudo muito antigo, algumas construções até bem velhas, outras, ao contrário, super conservadas.
Falei das diferenças, agora vamos às semelhanças. Chegamos no meio do feriado de 1º de Maio e, como no Brasil, havia faixas pelas ruas com reinvidicações bem semelhantes às nossas: saúde, emprego e educação. Também há muitos moradores de rua e fumantes que jogam a bituca de cigarro no chão.
Algo que me deixou muito feliz foi ver que há pontos de coleta de recicláveis por toda a cidade. Hoje fui a uma deles, com a minha sacolinha ecológica fazer a minha parte.
Por hora, vou parar por aqui. Há muitos outros assuntos que merecem destaque especial, entre eles, os doces portugueses, as visitas às imobiliárias e as confusões linguísticas.
Chegamos a Lisboa há menos de uma semana e já temos uma lista considerável de coisas diferentes que Marido e eu passamos:
Ainda no aeroporto, pegamos vôo com uma excursão de católicos e, na hora de passar pela Imigração, tivemos a sorte de entrar na mesma fila que o padre do grupo. Passamos literalmente batidos, o guarda nem olhou para as nossas fotos do passaporte.
De lá até o hotel, fomos de Mercedez. É o táxi padrão daqui.
Logo nas primeiras horas, já começaram os contrastes. É impossível nao comparar.
“Olha, o Mc Donalds daqui serve sopa!” – assim como todos os lugares que servem comida aqui. Estou feita. Eu amo sopa.
O Neston chama-se Nestun, o danone Corpus é Corpos, o pote de Nutela é gigante, os programas de tevê são hilários, as opções de doces são infindáveis, vinho é muito barato, há muitas frutas frescas, botecos com mesas pelas calçadas e muitos brasileiros. Muitos.
No primeiro passeio que fizemos ao centro da cidade, nos ofereceram haxixe e coca no meio da rua. Fiquei impressionada. Foi a primeira vez que me ofereceram drogas. Nem na Terra do Gelo que a maconha é liberada, isso aconteceu...
Apesar da cidade ser “grande”, a capital do país, me sinto como se estivesse numa cidade do interior, com ruas arborizadas, estreitas, sem muitos prédios altos, tudo muito antigo, algumas construções até bem velhas, outras, ao contrário, super conservadas.
Falei das diferenças, agora vamos às semelhanças. Chegamos no meio do feriado de 1º de Maio e, como no Brasil, havia faixas pelas ruas com reinvidicações bem semelhantes às nossas: saúde, emprego e educação. Também há muitos moradores de rua e fumantes que jogam a bituca de cigarro no chão.
Algo que me deixou muito feliz foi ver que há pontos de coleta de recicláveis por toda a cidade. Hoje fui a uma deles, com a minha sacolinha ecológica fazer a minha parte.
Por hora, vou parar por aqui. Há muitos outros assuntos que merecem destaque especial, entre eles, os doces portugueses, as visitas às imobiliárias e as confusões linguísticas.
02 maio, 2008
Borboletas no estômago
25 março, 2008
Misto de emoções
E o dia que eu tanto esperei na minha vida está prestes a chegar!
Nem sei o que dizer exatamente, pra ser sincera. Como diz o título, o momento é exatamente esse: um misto de emoções.
Ainda me pergunto como foi possível, em pouco mais de um mês, providenciar tantas coisas, fazer tantos orçamentos, gastar tanto dinheiro e o melhor, curtir cada minuto, não ver o mês voar. Claro que teve um nervosinho aqui e ali, mas deu tudo tão absulutamente certo, que só pode ser intervenção divina!
Aquele lance de quando tem que ser, é, sabem?
Agora eu entendo quando a Michelle dizia que ser noiva é demais! Realmente é incrível. Chega a ser indescritível. Só eu sei o tamanho da felicidade que dá quando penso que cada detalhe tem a nossa marca, o nosso gosto, passou pela nossa aprovação e será do nosso jeito.
As flores, as fotos, a decoração, o amibente, a comida, as músicas, os doces, as lembrancinhas. Absolutamente tudo foi carinhosamente preparado para ser especial para nós e para as pessoas que escolhemos para estarem conosco nesse dia.
Vai ser lindo. Já está sendo!
A festa será a chave de ouro para fechar essa fase tão gostosa que estamos vivendo e iniciar uma outra, deliciosamente melhor.
Nem sei o que dizer exatamente, pra ser sincera. Como diz o título, o momento é exatamente esse: um misto de emoções.
Ainda me pergunto como foi possível, em pouco mais de um mês, providenciar tantas coisas, fazer tantos orçamentos, gastar tanto dinheiro e o melhor, curtir cada minuto, não ver o mês voar. Claro que teve um nervosinho aqui e ali, mas deu tudo tão absulutamente certo, que só pode ser intervenção divina!
Aquele lance de quando tem que ser, é, sabem?
Agora eu entendo quando a Michelle dizia que ser noiva é demais! Realmente é incrível. Chega a ser indescritível. Só eu sei o tamanho da felicidade que dá quando penso que cada detalhe tem a nossa marca, o nosso gosto, passou pela nossa aprovação e será do nosso jeito.
As flores, as fotos, a decoração, o amibente, a comida, as músicas, os doces, as lembrancinhas. Absolutamente tudo foi carinhosamente preparado para ser especial para nós e para as pessoas que escolhemos para estarem conosco nesse dia.
Vai ser lindo. Já está sendo!
A festa será a chave de ouro para fechar essa fase tão gostosa que estamos vivendo e iniciar uma outra, deliciosamente melhor.
Check list
A quatro dias do *grande dia*, minhas preocupações são:
- Buscar a roupa no costureiro
- Me alimentar e dormir corretamente
- Esfoliar e hidratar a pele
- Fazer as unhas
- Teste de penteado e maquiagem
- Relaxar, relaxar, relaxar
- Esperar, esperar, esperar
- Respirar, respirar, respirar
- Curtir, curtir e curtir
- Buscar a roupa no costureiro
- Me alimentar e dormir corretamente
- Esfoliar e hidratar a pele
- Fazer as unhas
- Teste de penteado e maquiagem
- Relaxar, relaxar, relaxar
- Esperar, esperar, esperar
- Respirar, respirar, respirar
- Curtir, curtir e curtir
20 março, 2008
Contagem regressiva
Tá chegando! Tá chegando! Tá chegando!
Estou a empolgação em pessoa.
Nove dias. Apenas nove.
:-)
Estou a empolgação em pessoa.
Nove dias. Apenas nove.
:-)
13 março, 2008
Mundo insano...
Sabe quando se sai de casa com um plano em mente, mas no meio do caminho resolve-se unir o útil ao agradável, matar dois coelhos com uma cajadada só e outros ditados populares que querem dizer “já que estou aqui...”?
Pois bem. Hoje eu tinha como meta encontrar alguns amigos, visitar outros e bater um pouco de perna. Essas coisas que a gente faz quando não está trabalhando... Enquanto caminhava para uma das casas que seria visitada me dei conta que o Hemocentro estava ali pertinho e também que já tem mais de um ano que doei sangue pela última vez..
Quando peguei a carterinha de doadora para conferir o local exato, nada de telefone ou endereço físico, só o do site. Como eu sabia o nome da avenida, nem liguei para esse detalhe. Afinal, TODO MUNDO sabe onde fica o Hemocentro por ali, pensei.
Ledo engano...
A todos que perguntei, me pediram o endereço completo. Oras, se eu tivesse o endereço não precisaria de informações. Humpf.
Fui obrigada a entrar em um cybercafé para descobrir que estava a 500 metros do Hemocentro e que o atendimento tinha encerrado cinco minutos antes.
Só para deixar tudo com mais clima de *troféu joinha pra mim*, quando estava prestes a publicar a primeira versão deste post, encerrou o tempo de navegação na lan house e o computador simplesmente desligou sem qualquer aviso de “esse equipamento auto-destruirá seus arquivos em cinco segundos”.
Pois bem. Hoje eu tinha como meta encontrar alguns amigos, visitar outros e bater um pouco de perna. Essas coisas que a gente faz quando não está trabalhando... Enquanto caminhava para uma das casas que seria visitada me dei conta que o Hemocentro estava ali pertinho e também que já tem mais de um ano que doei sangue pela última vez..
Quando peguei a carterinha de doadora para conferir o local exato, nada de telefone ou endereço físico, só o do site. Como eu sabia o nome da avenida, nem liguei para esse detalhe. Afinal, TODO MUNDO sabe onde fica o Hemocentro por ali, pensei.
Ledo engano...
A todos que perguntei, me pediram o endereço completo. Oras, se eu tivesse o endereço não precisaria de informações. Humpf.
Fui obrigada a entrar em um cybercafé para descobrir que estava a 500 metros do Hemocentro e que o atendimento tinha encerrado cinco minutos antes.
Só para deixar tudo com mais clima de *troféu joinha pra mim*, quando estava prestes a publicar a primeira versão deste post, encerrou o tempo de navegação na lan house e o computador simplesmente desligou sem qualquer aviso de “esse equipamento auto-destruirá seus arquivos em cinco segundos”.
Assinar:
Comentários (Atom)