09 fevereiro, 2010

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(aperte o play antes de ler:)

Eu adorei o filme e super recomendo. Como a Cora disse aqui, não é daqueles que a gente precisa pensar nem nada disso, só precisa se deixar levar pela beleza.

Das frases que mais gostei, além do I see you, foi: A natureza não toma partido, ela procura o equilíbrio.

28 janeiro, 2010

Cadê eu?


Estou igual ao Garfield!

Mais uma semana e acaba. Pelo menos o primeiro semestre :)

20 dezembro, 2009

E lá vamos nós!

São 3h23 da manhã. O termômetro marca 1ºC em Lisboa. Viajamos às 8h35 de Lisboa para Madrid e, então, de Madrid para a caótica salve-salve São Paulo. Marido dorme. Já eu não páro nem por decreto. E olha que hoje nem bebi café...

Estou contando os minutos. As malas já estão prontas (ufa!), passaportes na bolsa, um monte de leituras para o mestrado na mochila do laptop (se eu vou ler são outros quinhentos...) e a expectativa de rever o povão de lá todo de novo só aumentando.

Para todo mundo que passar por aqui, desejo que tenham um feliz natal e que 2010 venha com tudo.

Amor, paz, harmonia, serenidade e unidade para a gente!

17 dezembro, 2009

Enquanto isso...

Dias atrás uma professora do mestrado disse que o curso que fazemos na gradução “formata” o nosso modo de pensar para uma determinada maneira, nos faz enxergar com filtros. Nunca tinha olhado por esse ângulo e, confesso, achei totalmente pertinente.

Está sendo um grande esforço para mim pensar “academicamente”. Todos os temas de trabalho que passam pela minha cabeça dariam reportagens especiais espetaculares, mas na hora de transformá-los num ensaio ou num artigo – acadêmico sempre, nunca de opinião – o negócio emperra.

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Ontem tive a minha primeira apresentação e a professora chamou o meu grupo (formado por mim e mais dois colegas) de indisciplinado. Tudo porque lemos um texto indicado [e escrito] por ela e ao apresentá-lo para a classe, decidimos atualizar alguns dados, recorrendo a outras fontes. “Eu não me enxergo no que vocês estão apresentando” e “vocês deveriam fazer uma leitura crítica, não uma apresentação sobre um tema” foram só alguns dos comentários que ela fez.

Houve ainda observações como “manter o rigor acadêmico” e “respeitar a identidade/ linha de raciocínio do autor”. No fim, o maior erro que cometemos, na verdade, foi escolher justo um texto dela. Lidar com egos já não é tarefa fácil, de professores catedráticos pelo visto é pior ainda.

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Enquanto escrevia esse post, eu senti meu apartamento inteiro tremer. Na minha santa ingenuidade, achei que era Marido, abrindo a porta do quarto, ou a minha imaginação. Mesmo assim, fiz uma busca simples no google “sismo Lisboa” e só apareceram informações sobre o fatídico terramoto, seguido de tsunami e incêndio de 1755.

Uma observação: se você não conhece Lisboa, saiba: quando conhecer, na descrição de muitos monumentos você lerá: era assim, após 1755 ficou assado.

Muito bem. Continuei navegando, escrevendo, recebi um email mega fofo, que deu vontade de largar os trabalhos do mestrado e voar amanhã para o Brasil, só para passar a noite de Mushkil Gusha com amigos amados.

Aí meu amigo portuga publica no Facebook: this is the end, com link para um site que confirma que à 1h37 da manhã rolou um sismo de magnitude 5,7 a 265 Km de Lisboa. Joinha, ne? Como eu durmo agora?

14 dezembro, 2009

Contagem regressiva

Na semana passada, um amigo tuga nos mandou um email com a imagem abaixo, com um recadinho para nos agasalharmos bem. Afinal, brasileiros não são nada habituados com o frio. Achei fofo.


Mas sabem o que eu gostei mesmo? Foi me dar conta que, daqui uma semana, a essa hora, Marido e eu estaremos beeeeem longe desse frio todo. Mal posso esperar!

25 novembro, 2009

Natal sustentável

Este ano, Marido e eu teremos a felicidade de passar o Natal no Brasil. Aliás, será o nosso primeiro Natal em família. Já estamos em ritmo de contagem regressiva total, pois além de toda felicidade que isso já implica, ainda vamos fugir do frio (!!!).

E desde que começamos a pensar nos presentes, combinamos que os nossos embrulhos serão ecológicos, ou seja, nada de metros e mais metros de papel presente. Já que no fim o destino dos embrulhos é o lixo, vamos reaproveitar jornais, sacos plásticos, caixas, folhas de revista e o que mais aparecer pela frente.

E vocês, o que acham de aderir a essa campanha também? Para motivá-las, uma imagem que a Mari Mello publicou no Brincando de Casinha.

09 novembro, 2009

I gotta feeling

Eu sei, eu sei. Esse vídeo está pipocando na internet. Mas me digam se não é o máximo e se não dá vontade de sair dançando? Eu preciso de música no meu dia-a-dia. Costumo dizer que viveria sem televisão numa boa, mas sem rádio seria beeeem difícil.

Pra mim, não tem jeito melhor de começar a semana do que ao som de algo que nos deixa com o astral lá em cima. Vamos lá!

I gotta feeling that today is gonna be a good day!



A cara de surpresa da Oprah é impagável, não é?

E eu admito: sou louca pra participar de um flash mob!

06 novembro, 2009

Boas notícias

Eu tenho um monte de coisas para escrever aqui. São tantos pensamentos juntos e acumulados que dá nisso: post nenhum. Dizer que estou sem tempo seria a maior mentira, pois é mais uma questão de prioridade do que de tempo propriamente dito.

Enfim...

As aulas do meu mestrado começaram. Lembram? Eu contei aqui. O curso está as mil maravilhas. Nunca tinha pensado que me dedicar aos estudos daria tanto sentido para a minha vida, teria tanto a ver com o meu modo de pensar e os projetos que eu tenho para um futuro bem próximo.

A troca de experiências e conhecimentos é constante. O aprendizado está sendo imenso. A cada aula eu chego em casa querendo mudar o mundo, pelo menos o meu mundo. Afinal... o curso é sobre sustentabilidade e – resumindo ao mínimo – é sobre o mundo que eu vou deixar para os filhos que eu ainda vou ter que isso se trata.

Eu acredito que as coisas só chegam até nós quando estamos preparados para compreendê-las. Às vezes pode levar tempo, pode vir de um jeito que não esperávamos e também pode acontecer de estarmos à procura de algo completamente diferente daí um comentário nos faz olhar para outra direção e, como dizem por aqui, já está: um universo de possibilidades se abre a nossa frente e não é mais possível voltar atrás.

Não depois de ter acesso ao que tanto se buscava.

Como escrevi no Twitter dia desses, estou muito feliz com todas as coisas boas e as oportunidades que tem surgido na minha vida. E mais feliz ainda por estar aberta para aproveitá-las. Espero estar fazendo isso ao máximo.

Pode parecer meio Pollyanna ou mesmo maluco, mas eu tenho a certeza de que quem já passou pelo mesmo sabe exatamente do que eu estou falando. Não importa o que ocorreu de bom ou de ruim no meio do caminho, quando a gente sabe que *é isso!*, a felicidade transcende.