Dia chato, a hora não passa, meu o ânimo lá embaixo...
Uma amiga ficou impressionada com as coincidências desse teste. As meninas aqui da agência também... No meu tem muitas coisas que batem. Para quem quiser tentar, o link é esse aqui.
Seu Arcano Pessoal é: 21 - O MUNDO
Palavras-Chave: Universalismo e Realização
Acontecimento marcante a nível psicológico aos 21 anos;
Expansão e otimismo;
Excessos que podem ser cometidos com facilidade;
Indulgência;
Entusiasmo e energia;
Deseja fazer coisas grandes;
pensa alto;
Confiança demais pode prejudicar;
Quer fazer tudo ao mesmo tempo;
Sorte quer dizer preparo + oportunidade;
Interesse vivo pelas culturas;
Atração por tudo ligado ao Universo;
Não se deixe cegar com sua própria luz;
Avanços e progressos rápidos;
Ganha quando sente que merece;
Gosta de agradar a todos e recompensa quem te ajudou;
Necessita de espaço para si;
Contrariedades emocionais;
Precisa sempre assumir uma posição;
Cuidado com um lado voluntarioso;
Apreensão quanto ao futuro;
Ansiedade;
Grandes expectativas;
Nem tudo leva a sério;
Anseia por uma grande capacidade criativa;
Fascínio por grandes monumentos ou obras;
Atenção quanto ao sistema linfático, gordura ou glicose, colesterol, útero;
Sentimento de vitória iminente;
Não se envolva com pessoas dramáticas;
Aprenda a renunciar;
Certeza interior;
Atração pelo mundo simbólico;
Não desperdice suas chances pessoais;
Evite a acomodação;
Planeje com carinho;
Tipo visionário;
Comunga com idéias originais;
Trabalhe a insensatez;
Tenha os pés no chão!
É o momento, nesta vida, de realizar seus sonhos;
Bençãos espirituais;
Obtém ajuda inesperada.
17 maio, 2007
15 maio, 2007
Uma data, muitos significados
Toda vida o 15 de maio do meu calendário foi circulado.
Primeiro porque é aniversário de minha irmã.
Depois, agreguei amigos que nasceram no mesmo dia.
Hoje o sentido é outro.
Faz um ano que entrei para o universo das assessorias de imprensa.
Passei para o outro lado do balcão, como diz o jargão.
Interessante como algumas buscas não cessam...
Aproveito as oportunidades para melhorar.
Aliás, crescer foi a palavra de ordem desse último ano.
Ainda há muito a ser percorrido.
Um alvo para atingir afastado da realidade de hoje.
Nem tanto assim.
Sonhos...
O que seria de mim sem eles?
Preciso de desafios.
Mais que um capricho, uma necessidade.
Que venham mais.
E que, de cada um, eu seja capaz de tirar todo aprendizado do último ano.
Primeiro porque é aniversário de minha irmã.
Depois, agreguei amigos que nasceram no mesmo dia.
Hoje o sentido é outro.
Faz um ano que entrei para o universo das assessorias de imprensa.
Passei para o outro lado do balcão, como diz o jargão.
Interessante como algumas buscas não cessam...
Aproveito as oportunidades para melhorar.
Aliás, crescer foi a palavra de ordem desse último ano.
Ainda há muito a ser percorrido.
Um alvo para atingir afastado da realidade de hoje.
Nem tanto assim.
Sonhos...
O que seria de mim sem eles?
Preciso de desafios.
Mais que um capricho, uma necessidade.
Que venham mais.
E que, de cada um, eu seja capaz de tirar todo aprendizado do último ano.
11 maio, 2007
Virada Cultural
O post que era ter aberto a semana, vai encerrá-la.
Fim de semana passado teve Virada Cultural em São Paulo. Quem me conhece sabe o quanto sou fã de atividades assim, exposições, mostras. Cultura. Cultura. Cultura. Amo.
Das mais de 300 atrações, distribuídas por todos os lados da cidade, assisti a três (Milágrimas, O Teatro Mágico e Ballet Stagium). Adorei cada uma e queria estar em forma para agüentar ficar mais.
Foram 24 horas de atividades para todos os gostos. Tinha muita gente, 3,5 milhões, de acordo com os jornais. Para qualquer lugar que se fosse, era preciso atravessar uma grande multidão formada por famílias completas, adolescentes em turma, jovens alternativos com seus grupinhos e sozinhos, idosos com suas bengalas. Enfim, muitas pessoas a fim de curtir o que a cidade tem de melhor. Infelizmente, os dispostos a aparecer mais que os artistas também estavam em lá. E é aí que mora o problema...
Um evento que era para ter sido exaltado pela iniciativa, pela diversidade, pela estrutura, foi manchete na mídia como palco de badernas e brigas. Acontece que a Virada foi um espetáculo sim. E dos bons. Notem que eu nem voto em São Paulo e, por isso mesmo, não tenho porque defender nada nem ninguém, além das minhas próprias idéias.
A prefeitura mantém esse projeto há três anos, mandou bem na seleção das atrações, havia banheiros acessíveis a todos, o metrô funcionou 24 horas para evitar trânsito, estabelecimentos comerciais e ambulantes “bombaram” a noite toda. Claro que sempre tem o que precisa ser melhorado, a conduta dos policiais, por exemplo, e o controle da venda de bebidas alcoólicas também. Um litro de vinho era vendido a menos de R$ 5. Agora, para mim, o problema maior está na falta de educação dos cidadãos. O câncer da sociedade, em minha humilde opinião.
Tirando o que estava sobre os palcos, nas ruas as pessoas davam um espetáculo à parte de má de educação. A falta de consciência sobre preservar o que é público é gritante e revoltante. Ninguém faz jus aos impostos que pagam e, pior, jogam o próprio dinheiro no lixo cada vez que pisoteiam jardins, depredam monumentos ou jogam lixo no chão.
Bem, mas nem por isso fiquei com má impressão sobre a Virada. Pelo contrário! Já até bolei uma estratégia de locomoção para a do ano que vem. Tudo o que vi de ruim só reforçou a minha idéia de que enquanto formos uma nação que não investe na educação, não importa o evento, a postura dos cidadãos sempre será vergonhosa.
Fim de semana passado teve Virada Cultural em São Paulo. Quem me conhece sabe o quanto sou fã de atividades assim, exposições, mostras. Cultura. Cultura. Cultura. Amo.
Das mais de 300 atrações, distribuídas por todos os lados da cidade, assisti a três (Milágrimas, O Teatro Mágico e Ballet Stagium). Adorei cada uma e queria estar em forma para agüentar ficar mais.
Foram 24 horas de atividades para todos os gostos. Tinha muita gente, 3,5 milhões, de acordo com os jornais. Para qualquer lugar que se fosse, era preciso atravessar uma grande multidão formada por famílias completas, adolescentes em turma, jovens alternativos com seus grupinhos e sozinhos, idosos com suas bengalas. Enfim, muitas pessoas a fim de curtir o que a cidade tem de melhor. Infelizmente, os dispostos a aparecer mais que os artistas também estavam em lá. E é aí que mora o problema...
Um evento que era para ter sido exaltado pela iniciativa, pela diversidade, pela estrutura, foi manchete na mídia como palco de badernas e brigas. Acontece que a Virada foi um espetáculo sim. E dos bons. Notem que eu nem voto em São Paulo e, por isso mesmo, não tenho porque defender nada nem ninguém, além das minhas próprias idéias.
A prefeitura mantém esse projeto há três anos, mandou bem na seleção das atrações, havia banheiros acessíveis a todos, o metrô funcionou 24 horas para evitar trânsito, estabelecimentos comerciais e ambulantes “bombaram” a noite toda. Claro que sempre tem o que precisa ser melhorado, a conduta dos policiais, por exemplo, e o controle da venda de bebidas alcoólicas também. Um litro de vinho era vendido a menos de R$ 5. Agora, para mim, o problema maior está na falta de educação dos cidadãos. O câncer da sociedade, em minha humilde opinião.
Tirando o que estava sobre os palcos, nas ruas as pessoas davam um espetáculo à parte de má de educação. A falta de consciência sobre preservar o que é público é gritante e revoltante. Ninguém faz jus aos impostos que pagam e, pior, jogam o próprio dinheiro no lixo cada vez que pisoteiam jardins, depredam monumentos ou jogam lixo no chão.
Bem, mas nem por isso fiquei com má impressão sobre a Virada. Pelo contrário! Já até bolei uma estratégia de locomoção para a do ano que vem. Tudo o que vi de ruim só reforçou a minha idéia de que enquanto formos uma nação que não investe na educação, não importa o evento, a postura dos cidadãos sempre será vergonhosa.
Vou dizer uma coisa
Antes eu era devota de Santo Google.
Agora, é Santa Wikipédia que ouve minhas preces.
Amém!
Agora, é Santa Wikipédia que ouve minhas preces.
Amém!
10 maio, 2007
Ah, a igreja...
O Papa está em São Paulo e, claro, tudo parou. Não sei porque insistem em trazer eventos desse porte para cá. A cidade já está cheia demais, não agüenta esse tipo de coisa. Por menor que seja o acontecimento, tudo pára. Pode ser chuva, jogo de futebol, show, não importa. Pára. E pára mesmo. Dessa vez até o metrô, que sempre foi uma das saídas mais eficazes para fugir das ruas interditadas, está funcionando naquelas, devagar, quase parando.
Hoje, pela manhã, recebi essa mensagem de uma amiga que trabalha no centro de São Paulo, bem pertinho de todo o furdunço:
É o fim do mundo, tenham certeza!
O povo está gritando: "Papa! Cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!!"
É mesmo o país do carnaval...
Sem comentários...
E o mais intrigante é que tanta espera, tanta mobilização, mas ontem, na madrugada, ninguém quis ficar no frio e no sereno fazendo uma vigília... Orando... Sei lá.
O Papa falava: "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo " e o povo gritava: "eeeeeeeeeeeeeeeeee". Ué?? Antigamente não se dizia Amém?
Essa é a nossa igreja. Esse é o nosso povo. Não importa rezar pela paz, pelo fim das injustiças, por mais compaixão, por respeito ao próximo, nada disso. O que interessa é fazer barulho pra aparecer na “Grobo”.
Quando era adolescente, freqüentei a igreja por alguns anos. Era católica, apostólica, romana e praticante. Ia à missa, comungava, participava de grupos de jovens, ouvia Padre Marcelo, fazia novenas, campanhas da fraternidade, o padre era até meu amigo, vejam vocês. Daí aconteceu que teoria e prática ficaram mais e mais distantes, foi quando decidi que não dava mais, era tudo muito contraditório para eu tentar entender.
Um pouco depois, o padre amigo foi substituído por um festeiro, que eu prefiro chamar de capitalista. O salão de festas paroquial foi transformado em restaurante; a fachada ganhou azulejos; a escada, corrimão; o santo da cúpula foi pitado. O interior da igreja também deve ter mudado, mas confesso que em todos esses anos, ainda não me senti atraída para conferir.
Eu até tentei procurar por esse padre uma vez, nem lembro qual era motivo. Sei que perguntei por ele e o secretário informou que era seu dia de folga. “Puxa, com o padre amigo isso nunca acontecia”, comentei, no que recebi uma resposta ríspida do tipo “já faz muito tempo que o padre amigo não é mais o pároco aqui”. Fui embora e não voltei mais.
Esta semana montaram a estrutura das barracas para a quermesse. No alto da igreja, quase cobrindo o santo pintado, uma placa diz que a “Grande Quermesse de Rudge Ramos” será de 18 de maio a 15 de julho. Entenderam o porque do capitalista, ne? Enfim... Hoje em dia, só vou à igreja por motivos de força maior: casamentos, batismos ou missas especiais. No mais, a minha evolução espiritual busco em outras fontes.
Eu respeito muito os católicos de verdade, que se submeteram a todo empurra-empurra de ontem para receber a benção papal, no meio de tanta gente que sequer sabe o nome do Papa, muito menos o que ele veio fazer por aqui. É preciso acreditar muito, para tamanho sacrifício.
Hoje, pela manhã, recebi essa mensagem de uma amiga que trabalha no centro de São Paulo, bem pertinho de todo o furdunço:
É o fim do mundo, tenham certeza!
O povo está gritando: "Papa! Cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!!"
É mesmo o país do carnaval...
Sem comentários...
E o mais intrigante é que tanta espera, tanta mobilização, mas ontem, na madrugada, ninguém quis ficar no frio e no sereno fazendo uma vigília... Orando... Sei lá.
O Papa falava: "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo " e o povo gritava: "eeeeeeeeeeeeeeeeee". Ué?? Antigamente não se dizia Amém?
Essa é a nossa igreja. Esse é o nosso povo. Não importa rezar pela paz, pelo fim das injustiças, por mais compaixão, por respeito ao próximo, nada disso. O que interessa é fazer barulho pra aparecer na “Grobo”.
Quando era adolescente, freqüentei a igreja por alguns anos. Era católica, apostólica, romana e praticante. Ia à missa, comungava, participava de grupos de jovens, ouvia Padre Marcelo, fazia novenas, campanhas da fraternidade, o padre era até meu amigo, vejam vocês. Daí aconteceu que teoria e prática ficaram mais e mais distantes, foi quando decidi que não dava mais, era tudo muito contraditório para eu tentar entender.
Um pouco depois, o padre amigo foi substituído por um festeiro, que eu prefiro chamar de capitalista. O salão de festas paroquial foi transformado em restaurante; a fachada ganhou azulejos; a escada, corrimão; o santo da cúpula foi pitado. O interior da igreja também deve ter mudado, mas confesso que em todos esses anos, ainda não me senti atraída para conferir.
Eu até tentei procurar por esse padre uma vez, nem lembro qual era motivo. Sei que perguntei por ele e o secretário informou que era seu dia de folga. “Puxa, com o padre amigo isso nunca acontecia”, comentei, no que recebi uma resposta ríspida do tipo “já faz muito tempo que o padre amigo não é mais o pároco aqui”. Fui embora e não voltei mais.
Esta semana montaram a estrutura das barracas para a quermesse. No alto da igreja, quase cobrindo o santo pintado, uma placa diz que a “Grande Quermesse de Rudge Ramos” será de 18 de maio a 15 de julho. Entenderam o porque do capitalista, ne? Enfim... Hoje em dia, só vou à igreja por motivos de força maior: casamentos, batismos ou missas especiais. No mais, a minha evolução espiritual busco em outras fontes.
Eu respeito muito os católicos de verdade, que se submeteram a todo empurra-empurra de ontem para receber a benção papal, no meio de tanta gente que sequer sabe o nome do Papa, muito menos o que ele veio fazer por aqui. É preciso acreditar muito, para tamanho sacrifício.
08 maio, 2007
Li hoje numa revista:
"2007 é regido por Júpiter que representa expansividade, moral e fortuna. O planeta também está ligado à fertilidade, boa sorte, abundancia e otimismo. É o ano ideal para se conquistar os sonhos. O que cada um plantar, irá colher”.
“2007 é representado pelo número 9, que significa a conclusão de um ciclo. Tudo o que foi plantado nos dois últimos anos será colhido agora”.
Eu sou da opinião que tudo chega às nossas mãos no momento certo. Um livro, uma música, um filme. Tudo tem o momento certo. E esse trecho veio bem a calhar. Estou numa fase em que sonhos gritam para serem realizados. Mais do que nunca, sinto que as escolhas de hoje refletirão diretamente no que serei, terei e farei daqui para frente.
Descobertas, escolhas, medos, incertezas, transição, decisões, borboletas no estômago, pensamentos que não cessam. Muitas coisas acontecendo, principalmente na cabeça. Chegou a hora. Hora de partir para ação. Porque 2007 é o ano, independente do que dizem os místicos.
“2007 é representado pelo número 9, que significa a conclusão de um ciclo. Tudo o que foi plantado nos dois últimos anos será colhido agora”.
Eu sou da opinião que tudo chega às nossas mãos no momento certo. Um livro, uma música, um filme. Tudo tem o momento certo. E esse trecho veio bem a calhar. Estou numa fase em que sonhos gritam para serem realizados. Mais do que nunca, sinto que as escolhas de hoje refletirão diretamente no que serei, terei e farei daqui para frente.
Descobertas, escolhas, medos, incertezas, transição, decisões, borboletas no estômago, pensamentos que não cessam. Muitas coisas acontecendo, principalmente na cabeça. Chegou a hora. Hora de partir para ação. Porque 2007 é o ano, independente do que dizem os místicos.
Otimização do ócio
Desde que colocaram um terminal no meio do meu caminho para o trabalho, tenho gastado muito mais papel e caneta.
Explico: boa parte das idéias que tenho para escrever aqui me ocorre justamente quando estou longe do computador. Às vezes é no ônibus, outras numa fila qualquer, andando pela rua, vendo tevê etc. Como fico pelo menos 30 minutos diários à espera do ônibus, passei a anotar minhas idéias num bloquinho que carrego na bolsa. Jornalistas sempre têm bloquinhos na bolsa, ok?
Enfim... tenho escrito muita coisa ultimamente, nem todas publicáveis, claro. Mas isso é o que menos importa...
Explico: boa parte das idéias que tenho para escrever aqui me ocorre justamente quando estou longe do computador. Às vezes é no ônibus, outras numa fila qualquer, andando pela rua, vendo tevê etc. Como fico pelo menos 30 minutos diários à espera do ônibus, passei a anotar minhas idéias num bloquinho que carrego na bolsa. Jornalistas sempre têm bloquinhos na bolsa, ok?
Enfim... tenho escrito muita coisa ultimamente, nem todas publicáveis, claro. Mas isso é o que menos importa...
05 maio, 2007
Cadê abril?
Gente, o mês acabou! Não fosse eu ter uma agenda – e usá-la – diria que não fiz nada. Aí quando olho na agenda, descubro que foi em abril que fui ao show do Aerosmith e do Cordel do Fogo Encantado, voltei a postar com freqüência e a me abrir para amizades virtuais, já até desvirtualizei algumas, levei o sobrinho para se divertir e me divertir no parque, fiz acontecer algumas coisas no trabalho. Enfim... nem parece que mais 30 dias do ano já passaram, mas o que importa é que não foram em brancos!
03 maio, 2007
Frase para hoje
Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia.
[Nietzsche]
[Nietzsche]
02 maio, 2007
Pérolas no trabalho
Número 1:
“Melhor parecer lésbica do que traveco” – comentário de uma colega sobre o novo corte de cabelo da outra.
Número 2:
“Fulana, consegui apagar mensagens do meu celular”
A fulana: “Sozinho? Que mááááximo!”
“Melhor parecer lésbica do que traveco” – comentário de uma colega sobre o novo corte de cabelo da outra.
Número 2:
“Fulana, consegui apagar mensagens do meu celular”
A fulana: “Sozinho? Que mááááximo!”
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