Fala sério! Se os presídios do Brasil adotassem esse método, as rebeliões diminuiriam muito!
Sabem... eu AMO musicais. Adoro mesmo, de querer fazer a coreografia junto, sair cantando e tudo mais.
Meu primeiro emprego foi na Blockbuster, então imagina os filmes que ficavam passando na loja no meu horário... Perdi a conta de quantas vezes vi Darty Dancing, Grease, Noviça Rebelde, Flash Dance, Mudança de Hábito e tantos outros, sem contar os infantis, que tem trilhas sonoras ó-t-e-m-a-s.
Ainda vou entrar numa escola de dança. Just for fun, claro! Mas vou :-)
27 julho, 2007
A solução para o Brasil
26 julho, 2007
Donana
Ela é uma figura. Em tempos de Pan — assim como em época de Copa do Mundo — ela faz pipoca para assistir aos jogos, torce, grita [sozinha! – digo, com a tevê...], festeja a cada vitória e até deixa de dormir no horário habitual, tudo para conferir como o Brasil vai em cada modalidade, mesmo nas que ela não faz idéia do que sejam...
As suas observações são um capítulo à parte. No dia que o Brasil ganhou ouro no judô eu só ouvia “Segura!” e “Derruba” virem da sala. Quando perguntei como estava, respondeu: “Negócio mais complicado, o Brasil derruba, mas não vale ponto. Não entendo nada”.
No episódio “Bernadinho troca melhor jogador da seleção pelo filho” ela ficou do lado do técnico. “Onde já se viu, só porque é o melhor, chegar quando quer. Tem que ir embora mesmo!”.
Eu poderia escrever mais, dizer cada um dos peculiares xingamentos que ela usa para se referir aos adversários e àqueles que são derrotados, os sustos que dá na Lady com suas manifestações pra lá de espontâneas e por aí afora. Mas a verdade é que só estando ao seu lado para sentir o quanto é divertido. E mesmo quando a tevê aqui da redação fica ligada durante a tarde e as páginas iniciais de todos os sites do mundo mostram as conquistas brasileiras daquele dia, quando chego em casa, uma das coisas que mais quero é ouvir o “Plantão Donana Informa”.
As suas observações são um capítulo à parte. No dia que o Brasil ganhou ouro no judô eu só ouvia “Segura!” e “Derruba” virem da sala. Quando perguntei como estava, respondeu: “Negócio mais complicado, o Brasil derruba, mas não vale ponto. Não entendo nada”.
No episódio “Bernadinho troca melhor jogador da seleção pelo filho” ela ficou do lado do técnico. “Onde já se viu, só porque é o melhor, chegar quando quer. Tem que ir embora mesmo!”.
Eu poderia escrever mais, dizer cada um dos peculiares xingamentos que ela usa para se referir aos adversários e àqueles que são derrotados, os sustos que dá na Lady com suas manifestações pra lá de espontâneas e por aí afora. Mas a verdade é que só estando ao seu lado para sentir o quanto é divertido. E mesmo quando a tevê aqui da redação fica ligada durante a tarde e as páginas iniciais de todos os sites do mundo mostram as conquistas brasileiras daquele dia, quando chego em casa, uma das coisas que mais quero é ouvir o “Plantão Donana Informa”.
17 julho, 2007
Fora do ar
Fui ali ao Pico da Sibéria respirar bastante ar puro. O lugar recebe esse nome por causa do frio que costuma ter. A 1,5 mil metros de altitude, é o ponto mais alto e mais frio da pequena São Pedro da Serra. Nesse fim de semana os termômetros atingiram quatro graus.
De sábado até hoje pela manhã fiquei totalmente alienada do mundo. Não vi o Brasil ganhar da Argentina (e olha que tinha muitos argentinos alienados junto comigo), estou totalmente por fora do que está rolando no Pan (apesar de ter cogitado fazer uma paradinha no Rio para conferir os agitos) e não sei quais foram as últimas armações da Thaís contra a Paula.
É interessante esse estado de “estar no mundo sem ser do mundo”. São acontecimentos importantes? São. E não adianta dizer que novela não conta... a grande maioria das pessoas vê. Mas vou morrer se não souber quem eliminou a Daiane dos Santos? Definitivamente não.
Posso confessar? Foi bem divertido responder “não” a todos os “você viu?” que me fizeram ao longo do dia. E, a cada vez, me deparar com uma expressão de: @_@
De sábado até hoje pela manhã fiquei totalmente alienada do mundo. Não vi o Brasil ganhar da Argentina (e olha que tinha muitos argentinos alienados junto comigo), estou totalmente por fora do que está rolando no Pan (apesar de ter cogitado fazer uma paradinha no Rio para conferir os agitos) e não sei quais foram as últimas armações da Thaís contra a Paula.
É interessante esse estado de “estar no mundo sem ser do mundo”. São acontecimentos importantes? São. E não adianta dizer que novela não conta... a grande maioria das pessoas vê. Mas vou morrer se não souber quem eliminou a Daiane dos Santos? Definitivamente não.
Posso confessar? Foi bem divertido responder “não” a todos os “você viu?” que me fizeram ao longo do dia. E, a cada vez, me deparar com uma expressão de: @_@
12 julho, 2007
Cultura inútil
Kelli pergunta: qual a tradução para stakeholder?
Dois amigos solidários respondem, quase que ao mesmo tempo: espeto de carne!
Ah se não fosse a wikpédia...
Dois amigos solidários respondem, quase que ao mesmo tempo: espeto de carne!
Ah se não fosse a wikpédia...
10 julho, 2007
Para mim...
A semana deveria ser dividida assim: quatro dias trabalhados e três de folga. A gente descansa mais quando sabe que depois do domingo, tem outro domingo! E trabalha mais disposto também quando a segunda-feira começa na terça.
Sobra tempo para mais filmes, tardes no sofá, conversas em botecos até altas horas, visita a amigos e seus novos filhotes e uma infinidade de coisinhas e coisonas prazerosas que a gente não tem tempo de fazer no corre-corre do dia-a-dia.
06 julho, 2007
04 julho, 2007
03 julho, 2007
Truques para enganar as lombrigas
Sabe quando bate aquela vontade que só um doce salva? E se for chocolate, ai..., melhor ainda? Então, com o tempo – e a necessidade de fazer regime – a gente cria alguns truques para “enganar” a vontade. Eu, por exemplo...
- Sempre tenho um trident à mão
- Tomo café com adoçante
- Como frutas
- Bebo água
- Barras de cereal ajudam bastante
- Iogurtes também
- Bolachas de preferência água e sal ou integral
Claro que tem dias que não dá para passar batido pela prateleira de sobremesas, não tem como recusar aquela bolacha recheada no meio da tarde nem fazer vista grossa para aquele chocolate que nos acena no caixa do restaurante. Mas sobre os outros dias, até que não são tão insossos quanto parecem.
- Sempre tenho um trident à mão
- Tomo café com adoçante
- Como frutas
- Bebo água
- Barras de cereal ajudam bastante
- Iogurtes também
- Bolachas de preferência água e sal ou integral
Claro que tem dias que não dá para passar batido pela prateleira de sobremesas, não tem como recusar aquela bolacha recheada no meio da tarde nem fazer vista grossa para aquele chocolate que nos acena no caixa do restaurante. Mas sobre os outros dias, até que não são tão insossos quanto parecem.
29 junho, 2007
Viva a sexta-feira!!!!!
Não tem dia mais animado que sexta-feira. O bom humor impera no ambiente de trabalho e aí acontece um festival de pérolas, das mais preciosas!
Só hoje, já comemos lanche do Shrek, analisamos a letra de Escravos de Jó, ouvimos Pop! Goes my heart!, com direito a coreografia e tudo, e estamos dando risada o dia inteiro.
Eu adoro sexta-feira!
Só hoje, já comemos lanche do Shrek, analisamos a letra de Escravos de Jó, ouvimos Pop! Goes my heart!, com direito a coreografia e tudo, e estamos dando risada o dia inteiro.
Eu adoro sexta-feira!
A gente se acostuma a tudo...
Quando era adolescente, eu não fumava nem bebia. E achava super errado quem o fazia.
Depois que entrei na faculdade, o álcool ficou meu amigo. Ou fui eu que fiquei amiga dele? Não vem ao caso... Com o cigarro não teve jeito, mesmo que eu quisesse, minhas alergias não me permitem fumar, mas convivo com amigos fumantes harmoniosamente. E nem promovo mais campanhas antitabagistas.
Nessa mesma época, descobri que ir ao psicólogo é mais natural do eu podia pensar. Até então, minha referência de psicólogos era uma professora maluquinha, que usava roupas descombinadas e dava aula sem pentear os cabelos.
Hoje em dia, vejo amigos trocarem figurinha sobre seus tarjas preta, discutindo os baratos que cada remédio dá. E tudo com a maior naturalidade, como comadres que quando se encontram, pedem a receita daquele bolo laranja que é uma de-lí-cia.
Depois que entrei na faculdade, o álcool ficou meu amigo. Ou fui eu que fiquei amiga dele? Não vem ao caso... Com o cigarro não teve jeito, mesmo que eu quisesse, minhas alergias não me permitem fumar, mas convivo com amigos fumantes harmoniosamente. E nem promovo mais campanhas antitabagistas.
Nessa mesma época, descobri que ir ao psicólogo é mais natural do eu podia pensar. Até então, minha referência de psicólogos era uma professora maluquinha, que usava roupas descombinadas e dava aula sem pentear os cabelos.
Hoje em dia, vejo amigos trocarem figurinha sobre seus tarjas preta, discutindo os baratos que cada remédio dá. E tudo com a maior naturalidade, como comadres que quando se encontram, pedem a receita daquele bolo laranja que é uma de-lí-cia.
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